segunda-feira, 18 de outubro de 2010

herança das redes

os computadores em rede deixam um rastro interessante de sua consciencia; imagine que voce conversou com alguem a muito tempo em um chat e depois de mais de ano abre la e esta o que voces conversaram; certamente muitas lembrancas poderao voltar a mente inclusive o que realmente importa como, como estava a sua condicao naquela epoca, o que pensava, acreditava, o que ainda tinha esperanca e nao tem mais ou vice-versa, se algo melhorou ou piorou; pode ate ser que aquela conversa nao tenha mais sentido ou que agora sim o mundo é pra valer !!

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

a deriva no mar

a deriva no mar

isto aconteceu nos anos 50 em outro lugar; agora por estes dias, as pessoas se preocupam um monte com ajudar as pessoas e parecem sentir isso mesmo, mas nem sempre foi assim; teve um caso de 6 pessoas que ficaram a deriva no mar devido a um acidente com a sua embarcacao; como na epoca a comunicacao era bem inferior ao de hoje e tambem a tecnologia menos avancadas, as autoridades chegaram (meio rapidamente) a conclusao de que nao havia meio de salvar aquelas almas; entao, o radio de contacto (unico meio que alimentava as suas esperancas) foi simplesmente desligado e as criaturas abandonadas … a deriva. nunca mais se soube deles e de sua embarcacao; foi como se simplesmente (e essa era uma solucao genial por parte das autoridades, pois resolveu mesmo a questao) tivessem desaparecido da face da terra; imaginem as familias como devem ter recebido essa noticia; nunca mais verao seus irmaos, pais, sobrinhos, … nem terao noticias sequer de como morreram, onde acabaram de afundar, para onde foram, etc; nada de pensar naquela onda macabra de enterrar seus corpos; imaginem tambem o que deve ter passado na cabeca daquelas pessoas ao finalmente se darem por conta que haviam sido abandonados pelo corte do radio; quantas vezes ainda mantiveram a esperanca (por quando tempo?); quantas tentativas devem ter feito ainda de contacto com tudo que se mexia no horizonte? nem navios perdidos, nem miragens; e tomar agua salgado e pegar sol e chuva; como comer; como ver a morte se aproximar tao lentamente; sera que alguem ficou doente? e como os outros tentaram ajudar; como ajudar sem ajudar; e quando finalmente um morreu, teve muita sorte de ser o primeiro? realmente, naquela época as pessoas pensavam diferente de hoje; pode ser a informacao mais disponivel, pode ser que se coloquem no lugar dessas pessoas e como o mar pode ser tudo ao mesmo tempo.

ajuda de fora

ela queria ajudar mas foi barrada por ser de andorra; isso aconteceu na porta de uma grande entidade do governo; havia tido uma tragedia por la e aquela moca apenas queria ajudar e para tanto foi mostrar aqui no brasil sua documentacao como passaporte de andorra para se registrar ali como voluntaria nos resgates; um pouco antes um senhor de outro pais havia conseguido a autorizacao para tal mas ela inexplicavelmente (preconceito por ser um país inexpressivo?) tinha sido barrada e lhe foi negado o direito de ajudar aquelas pessoas todas mesmo sendo qualificada para tal; isso me causou tamanha revolta que comecei a gritar com as pessoas que ali passavam e com as supostas "autoridades" que aquilo nao fazia sentido, seus miseraeis, tem que ser um país de m… mesmo por cometer tamanha injustica com quem estava querendo apenas ajudar e a mulher foi levada embora e eu fiquei sozinho gritando para as arvores, extremamente desagastado, triste por esse meu país de m….

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

stones on stage

estava num show dos stones que era num teatro acho que em bue; o legal é que estavamos bem perto do palco, em alguns momentos parecia que até em cima dele; uma hora uma veia subiu no palco e supostamente era mae ou parente do jagger e eles comecaram (teatralmente) uma discussao; quando esta terminou o show parou e nos avisaram que era uma pausa para a janta, entao nesse momento apareceram mesas com buffet e que apos a janta todos saberiamos como terminaria aquela discussao; num momento anterior, quando parecia que estavamos em cima do palco - em algum momento eu disse algo para o keith que tava parado escorado numa mesa e ele pareceu ter escutado e acenou positivamente; lembro de ter comentado com quem estava do meu lado; parece que fomos atendidos pelo cara.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

desenhos

e tinha aquele cara que sem quere continuava no seu velho habito de ficar horas sentado ao sol olhando para as inspiradas nuvens em estado de espirito alterado; as pessoas que ali passavam se perguntavam o q teria causado essa especie de obsessao, se pelas formas das nuvens ou como era conhecido da galera como um veio chegado num reggae e otras cositas mas; isso tudo se passava em longas tardes de outono quando o vento era um ponto mais gelado e isso tambem facilitava ficar ao sol; quando por um dia desses uma amiga sua decidiu quebrar o silencio e convocar uma especie de renuniao em separado com o rapaz que almocava sempre com a mae como uma especie de carinho recompensado por anos de sofrimento para entao se deitar ao barranco com o sonzinho e as nuvens; naquele caminho que as vezes por nao ser no proprio quintal e sim na praca das flores a umas 4 quadras dali foi abordado pela menina que com muito jeito achou que poderia lhe perguntar para onde ia e se nao poderia lhe fazer compania; ele sem pestanejar disse que fazia questao e se sentia sozinho mesmo e que alem de tudo iria lhe mostrar em agradecimento algo muito especial; a partir daquele dia as pessoas se perguntavam o que tanto aqueles dois viam nos ceus do mundo, nao importando se tinha ou nao nuven, se tinha ou nao desenhos.

sábado, 11 de setembro de 2010

sombras flutuantes na cabeç

estava com agumas pessoas artistas se preparando para um espetaculo e à medida que elas iam ensaiando o que elas pensavam ia se desenhando em suas cabeças na forma de sombras que dançavam sobre elas e legal que bem do mesmo jeito que elas o estavam imaginando.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

cidade estranha e palhaço

eu tava passeando quando nos damos por conta que a fer que deveria estar com a gente ja havia desaparecido a um bom tempo; comecamos entao uma busca frenetica por toda a cidade que era muito estranha, bem escura e cheia de coisas atiradas por tudo; por fim parece que descobrimos tb nem sei como que ela tinha desaparecido mesmo e sem deixar pistas; comecamos a pensar no pior e um desespero que toma conta de todos e isso por varias horas quando surpreendentemente eu me encontro - com mais algumas pessoas - em um final de corredor bem iluminado (a primeira coisa bem iluminada por todos esses lugares) e eu vou me aproximando de um ser muito estranho, com uma cara de palhaço, mas meio macabro com o olhos pretos e cabelos encaracolados loiros e grandes que começa a esboçar um sorriso (com um que de macabro tb) e quando chego bem perto, consigo ver que é a fer; grande susto.